Editor executivo do Canal de Moçambique diz que incêndio do jornal foi um "ato terrorista"


“Um atentado terrorista contra a liberdade de expressão e contra a liberdade de imprensa” é como o editor executivo do Canal de Moçambique classificou o incêndio que destruiu a redação do jornal ontem por desconhecidos.

Ao falar em frente às instalações do jornal, nesta segunda-feira, 24, Matias Guente reiterou, no entanto, que a linha editorial "não se vai curvar perante o fogo".

Guente afirmou que a edição de quarta-feira, 26, do jornal não está comprometida e que, por agora, será instalada uma tenda no pátio das instalações da empresa para prestar serviços mínimos, já que “tudo ficou em cinzas”. O Moz24h ontem foi prestar a sua solidariedade e no local encontrou activistas proeminentes da sociedade civil que se solidarizam com as publicações afectadas pelo atentado. Entre vários activistas estavam presentes o académico Adriano Nuvunga, o empreendedor Eric Charas, os pesquisadores Borges Nhamirre e Fátima Mimbirre. O MISA-Moçambique já reagiu dizendo que se está perante um “ataque” que “nunca deve ser visto de forma isolada”, uma vez que faz parte de “forças mais retrógradas da sociedade para reverter o processo democrático em Moçambique”(Moz24h)

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