Historiadores Americanos defendem que Samora Machel foi assasinado


O aniversário do acidente de aviação em Mbuzini é este ano assinalado pela publicação de uma biografia do primeiro presidente moçambicano. Os autores, Allen Isaacman e Barbara Isaacman, são cidadãos americanos, cujas relações com a Frelimo datam da era Mondlane. Defendem que Machel foi assassinado, contrariando assim as conclusões a que chegou a comissão de inquérito.

A 19 de outubro de 1986, o primeiro presidente de Moçambique independente, Samora Machel, de 53 anos, morreu num acidente de avião na encosta da colina de Mbuzini, no nordeste da África do Sul. Ele voltava, a bordo de um Tupolev 134A, de Mbala, no norte da Zâmbia, onde havia participado de uma cúpula regional. Dos 33 passageiros – na maior parte militares soviéticos –, nove sobreviveram.

Quase 34 anos depois, as causas desse acidente permanecem misteriosas. A versão sul-africana, que aponta erros cometidos pelos pilotos, domina nas chancelarias ocidentais. Mas para Moscou e Maputo, então aliados, o avião teria sido desviado de sua rota pelo sinal de uma baliza VOR (de Very High Frequency Omnidirecional Range), emitida na mesma frequência do aeroporto de Maputo, oportunamente mergulhado na escuridão naquela noite.

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